quinta-feira, 27 de novembro de 2014

O QUE SÃO REDE DE COMPUTADORES


Rede Cabos

      Redes de Computadores refere-se a interconexão por meio de um sistema de comunicação baseado em transmissões e protocolos de vários computadores com o objetivo de trocar informações, além de outros recursos. Essa conexão é chamada de estações de trabalho (nós, pontos ou dispositivos de rede).
    Por exemplo, se dentro de uma casa, existe um computador no quarto e outro na sala e estes estão isolados, eles não se comunicam. Mas, por outro lado, se houver um cabo coaxial interligando-os de forma que eles entrem em contato com a internet, temos uma rede.
       Atualmente, existe uma interconexão entre computadores espalhados pelo mundo que permite a comunicação entre os indivíduos, quer seja quando eles navegam pela internet ou assiste televisão. Diariamente, é necessário utilizar recursos como impressoras para imprimir documentos, reuniões através de videoconferência, trocar e-mails, acessar às redes sociais ou se entreter por meio de jogos RPG, etc.
      Hoje, não é preciso estar em casa para enviar e-mails, basta ter um tablet ou smartphone com acesso à internet em dispositivos móveis. Apesar de tantas vantagens, o crescimento das redes de computadores também tem seu lado negativo. A cada dia surgem problemas que prejudicam as relações entre os indivíduos, como pirataria, espionagem, roubos de identidade (phishing), assuntos polêmicos como racismo, sexo, pornografia, sendo destacados com mais ênfase, entre outros problemas.
    Desde muito tempo, o ser humano sentiu a necessidade de compartilhar conhecimento e estabelecer relações com pessoas distantes. Na década de 1960, durante a Guerra Fria, as redes de computadores surgiram com objetivos militares: interconectar os centros de comando dos EUA para proteção e envio de dados.
       A experiência com redes iniciaram através dos cientistas Lawrence Roberts e Thomas Merril, que fizeram uma conexão entre os centros de pesquisa na Califórnia e Massachusetts. Esses experimentos com redes se deu por causa da corrida espacial durante o programa da Advanced Research Projects Agency (ARPA), renomeada posteriormente para DARPA. A partir daí, vários conceitos relacionados a redes de computadores, como transferência de pacotes de dados, protocolo TCP/IP, entre outros, surgiram estando relacionados à criação da internet. Após isso, as redes tiveram propósitos acadêmicos e pesquisa em várias universidades.

Alguns tipos de Redes de Computadores

      Antigamente, os computadores eram conectados em distâncias curtas, sendo conhecidas como redes locais. Mas, com a evolução das redes de computadores, foi necessário aumentar a distância da troca de informações entre as pessoas. As redes podem ser classificadas de acordo com sua arquitetura (Arcnet, Ethernet, DSL, Token ring, etc.), a extensão geográfica (LAN, PAN, MAN, WLAN, etc.), a topologia (anel, barramento, estrela, ponto-a-ponto, etc.) e o meio de transmissão (redes por cabo de fibra óptica, trançado, via rádio, etc.). Veja alguns tipos de redes:

  • Redes Pessoais (Personal Area Networks – PAN) – se comunicam a 1 metro de distância. Ex.: Redes Bluetooth;
  • Redes Locais (Local Area Networks – LAN) – redes em que a distância varia de 10m a 1km. Pode ser uma sala, um prédio ou um campus de universidade;
  • Redes Metropolitanas (Metropolitan Area Network – MAN) – quando a distância dos equipamentos conectados à uma rede atinge áreas metropolitanas, cerca de 10km. Ex.: TV à cabo;
  • Redes a Longas Distâncias (Wide Area Network – WAN) – rede que faz a cobertura de uma grande área geográfica, geralmente, um país, cerca de 100 km;
  • Redes Interligadas (Interconexão de WANs) – são redes espalhadas pelo mundo podendo ser interconectadas a outras redes, capazes de atingirem distâncias bem maiores, como um continente ou o planeta. Ex.: Internet;
  • Rede sem Fio ou Internet sem Fio (Wireless Local Area Network – WLAN) – rede capaz de conectar dispositivos eletrônicos próximos, sem a utilização de cabeamento. Além dessa, existe também a WMAN, uma rede sem fio para área metropolitana e WWAN, rede sem fio para grandes distâncias.   
 

TIPOS DE MEMÓRIAS

Memórias

Memória RAM (Random Access Memory ou Memória de Acesso Randômico)

      É uma memória volátil e rápida para acesso pelo processador, porém muito mais cara. A CPU a utiliza para armazenar temporariamente os dados dos programas que estão rodando no computador. Esta memória somente fica ativa enquanto o computador estiver ligado e os conteúdos devem ser salvos, pois quando ele for desligado, tudo o que estiver armazenado nesta memória perde-se. Ela tem uma capacidade de armazenamento que varia entre 256Mb (megabytes) a 1Gb (gigabytes). A memória RAM pode ser dividida em:

memória estática (SRAM – Static Random- Access Memory), rápidas, caras e armazenam poucos dados, cerca de 1048 kilobytes (1 megabyte), geralmente são utilizadas como cache;

memória dinâmica (DRAM – Dynamic Random-Access Memory), possuem um preço acessível e armazenam grande quantidade de dados, mas são mais lentas se comparadas as estáticas, com capacidade de 4 megabytes a 32 megabytes. Existe ainda um tipo de memória recente, chamada de MRAM (Magnetoresistive Random-Access Memory), memória que utiliza células magnéticas, consumindo pouca energia, são rápidas e armazenam dados por mais tempo, até mesmo se não houver energia elétrica. Um dos problemas desse tipo de memória é que elas são caras e armazenam poucos dados.



Memória ROM (Read-Only Memory ou Memória Somente de Leitura)

      Memória responsável pelo armazenamento permanente dos dados, Esses dados não podem ser apagados ou alterados, apenas se forem utilizados procedimentos específicos. Quando a energia acaba ou o computador é desligado os dados não se perdem, sendo uma memória não volátil. Existem vários tipos de memória ROM, como: memória flash, cd-rom, dvd-rom e outros relacionados, EPROM (Erasable Programmable Read-Only Memory), PROM (Programmable Read-Only Memory), etc.



Memória Externas

      Existem uma infinidade de tipos e capacidades de armazenamento. Alguns exemplos: Pen-drives, CDs, DVDs, HDs, disquetes, fitas, SDs etc. São dispositivos que geralmente utilizam portas USB ou encaixes para conexão ao computador, não fazem parte do computador propriamente dito, mas podem ser facilmente instalados e removidos. A taxa de transferência dos dados também varia de modelo, mas geralmente são bastante rápidos.



Memória Cache

      A memória cache é um tipo de memória de acesso randômico mais rápida que armazena os dados mais utilizados pelo processador. Para processar dados, ele verifica primeiramente na memória cache se esses dados estão armazenados lá, se os encontra (proveniente de leituras anteriores desses mesmos dados) não necessita obtê-los de outra memória mais lenta (memória RAM).
Sem a memória cache o desempenho da máquina ficaria mais lento e limitado à memória RAM. Existem dois tipos atualmente:
 
  • Cache de nível 1 (cache L1) - localizada no mesmo chip do processador;
  • Cache nível 2 (cache L2) - localizada geralmente em um chip RAM separado, tem um valor mais popular, porém um pouco mais lenta que a primeira.
      A memória cache também é uma área especial chamada “cache de disco” que contém os dados mais recentes lidos do HD. Ela deve ser aprimorada a medida que são desenvolvidos novos processadores.

Saiba qual é o HD mais confiável do mercado

      Os discos rígidos menos confiáveis do mercado são os vendidos pela Seagate, de acordo com a Backblaze, que divulgou ontem os resultados de um teste comparativo da empresa especializada em backups.
      Para chegar a tal conclusão, a Backblaze usou dados obtidos com base em seu próprio uso, que não foi pouco. Afinal, só da Seagate a empresa comprou 12,7 mil HDs, fora outros 12,9 mil da Hitachi, 2,8 mil da Western Digital (WD), 58 da Toshiba e 18 da Samsung. Como as duas últimas não tinham números expressivos, ficaram fora da comparação.
      Quem obteve os melhores resultados de confiabilidade foi a Hitachi, com seus HDs de 3 TB, 2 TB e 4 TB na frente, pois o total de falhas dos três não bate 2% do total de discos usados. Na sequência vêm os de 1 TB (2%) e 3 TB (4%) da WD.
       Então aparece a Seagate. O HD de 4 TB da empresa apresentou falhas em pouco menos de 4%, algo em linha com os da WD, enquanto o de 3 TB foi para 8% e o de 1,5 TB a 14%. O modelo Barracuda Green, de 1,5 TB, alcançou a incrível taxa de 120% de falhas.

Atualização


      Em resposta à pesquisa, a Seagate alega que os testes realizados não condizem com as condições para as quais os HD's foram desenvolvidos. “Nesta situação, aparentemente os drives externos para desktop foram comprados, retirados da caixa e usados para cargas de trabalho de nível empresarial – aos quais NÂO foram projetados ou testados". A empresa diz ter entrado em contato com a empresa responsável pelo estudo para obter detalhes sobre os testes aplicados.






 PESQUISAS REALIZADAS

 




Para melhor entendimento aqui vai o conceito de HD:

Disco Rígido (HD – Hard Disk)

      É um tipo de disco de grande capacidade para armazenamento de dados permanentes ou até que sejam removidos do computador. Ela é mais lenta para acesso, porém muito mais barata. Nela se armazenam todos os dados e programas que devem permanecer no computador, mesmo estando ele desligado. Sua capacidade de armazenamento geralmente varia de 80Gb a 250Gb (gigabytes). Para seu correto funcionamento é necessário que hajam interfaces de controle, como IDE (Integrated Drive Electronics), SATA (Serial ATA) e SCSI (Small Computer System Interface).

Como escolher uma boa memória RAM???


Para escolher uma boa memória RAM, é necessário saber para o que ela serve (Foto: Divulgação)      Para escolher uma boa memória RAM, é necessário saber para o que ela serve (Foto: Reprodução)
      Para que serve a memória RAM?

      A memória RAM é um aparelho de acesso aleatório (no inglês "Random Access Memory"). Ou seja, diferente de discos rígidos, SSDs, CDs e DVDs, esse tipo de memória só conserva a informação no momento em que ela é acessada, sem estocar informação interna. Ela serve para entrar em programas, logo, máquinas com mais memória RAM tendem a processar melhor os dados de acesso.

RAM é uma memória de acesso (Foto: Wikimedia Commons)      RAM é uma memória de acesso (Foto: Wikimedia Commons/Divulgação)
       Há dois tipos de memória RAM: A RAM estática (static RAM ou SRAM) e a RAM dinâmica (dynamic RAM ou DRAM). O primeiro tipo de acessório mantém parte das informações em estado de “flip-flop”, ou seja, muda de estado dependendo dos sinais elétricos do circuito. A SRAM tem produção mais cara, mas gasta menos energia do que a DRAM, que guarda parte dos dados em um par de transistores e capacitores e é mais presente em máquinas modernas. A static RAM surgiu em 1960, enquanto a dynamic RAM veio na década seguinte.

      Como verificar qual tipo de memória RAM está no seu computador?

memoria-ram-3 
       Programa CPU-Z em funcionamento (Reprodução)
      Para quem quer saber o tipo de memória RAM que está instalado em sua máquina com sistema operacional Windows ou Android, o programa CPU-Z é o mais indicado. Ele fornece dados de frequência e capacidade de memória dos componentes na aba “SPD”, tanto de DDR1 quanto de DDR2 ou DDR3. Cada número indica onde o cartucho de memória foi instalado, se é no primeiro slot ou no terceiro.
    
      Qual placa de vídeo devo comprar pro o meu PC?

      Para escolher uma boa memória RAM, é necessário que ela apresente o mesmo tipo de cartucho instalado na máquina ou de capacidade superior. Para evitar problemas elétricos, consulte o manual de instruções do fabricante da placa mãe do seu computador na Internet. O fabricante indica a capacidade máxima que a placa suporta, com a respectiva frequência e voltagem.

      Como comprar uma memória RAM mais potente?

      Se você navega na Internet e edita textos, máquinas com 2 GB de memória RAM são suficientes para você. Um único cartucho pode ter essa capacidade ou dois de 1024 MB são suficientes para suprir essa necessidade. Uma memória de 2 GB da Kingston custa entre R$ 100 e R$ 125.

Este é um cartucho de 1 GB, ou 1024 MB (Foto: Reprodução/Joelson Santos) 
      Cartucho de 1 GB, ou 1024 MB (Foto: Reprodução/Joelson Santos)
       Para quem curte vídeos e games casuais, um pente de 4 GB é necessário para que a imagens sejam processadas sem engasgos. Uma memória DDR3 da marca Corsair custa entre R$ 160 e R$ 200.
      Fãs de jogos de franquias como Call of Duty ou Battlefield precisam de máquinas mais modernas. O mínimo pedido nesses games de tiro é 6 GB de RAM, mas recomenda-se uso de pentes de 8 GB ou 16 GB. Uma memória RAM Corsair de 6 GB sai na faixa de preço entre R$ 200 e R$ 240. Um pente de 8 GB da Kingston fica entre R$ 280 e R$ 300.

      E para os dispositivos móveis?

      Smartphones e tablets não podem receber uma manutenção maior dos usuários. Fabricantes não recomendam que você abra o celular para trocar os cartuchos de RAM, que possuem um tamanho diferente de computadores desktops e notebooks. É importante ficar  atento com as especificações de cada aparelho.

Novo Moto X da Motorola tem uma RAM top de linha entre os smartphones (Isadora Díaz/TechTudo)Novo Moto X, da Motorola, tem uma RAM top de linha entre os smartphones (Isadora Díaz/TechTudo)
      Dispositivos com menos de 1 GB de RAM vão rodar páginas na Internet com alguns engasgos, dependendo do peso do site acessado. Acima de 1 GB o aparelho costuma funcionar com fluidez maior. Na faixa de 2 GB de RAM já é possível rodar vídeos com uma performance mais satisfatória, como é o caso do novo Moto X da Motorola, que chegou ao mercado por R$ 1.499, preço que é um ótimo custo-benefício. As fabricantes trabalham para oferecer modelos com até 3 GB de memória no futuro.





por Pedro Zambarda
Para o TechTudo

Primeiras memórias RAM DDR4 chegam em 2014; conheça as vantagens

      A fabricante de peças para computadores Crucial anunciou que planeja lançar as primeiras memórias RAM DDR 4 no próximo ano. Os novos modelos prometem apresentar uma grande evolução de desempenho em computadores e reduzir o consumo total de energia em até 20%.


 
Foto:Reprodução/Gizmología)

      Embora o padrão de memórias DDR4 seja conhecido há algum tempo, ainda não há nenhum produto com a tecnologia no mercado. O upgrade trará melhorias de desempenho que devem agradar bastante profissionais que lidam com programas pesados e o público gamer. Conheça alguns benefícios:

       - Maior velocidade: As atuais DDR3 têm frequência em torno de 1 Ghz ou 1666 Mhz. A DDR4 pode alcançar mais de 2 Ghz, possibilitando maior potência ao computador para gerenciar as atividades do sistema operacional em aplicativos e jogos, por exemplo.

       - Maior eficiência: DDR4 consome 20% menos energia do que a geração anterior. Com isso, é provável a vida útil da bateria de notebook, assim como a autonomia desses equipamentos, tenha uma boa melhora. Já em desktops, a redução no consumo de energia promete ser considerável.

       - Maior densidade: O padrão DDR 4 concentrará maior quantidade de memória RAM em um único pente. Dessa forma, o usuário poderá montar um computador mais poderoso sem ter que comprar vários componentes ou ocupar mais de uma entrada da placa-mãe.
Para quem deseja realizar a atualização logo após o lançamento, porém, será necessário cautela. As novas memórias DDR4 também exigirão a upgrade da placa-mãe e outros componentes do computador que são compatíveis apenas com a tecnologia DDR3. Ou seja, o usuário terá que comprar outras peças, além dos novos pentes.




por Para o TechTudo


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Windows 10 quase nas paradas

Os primeiros detalhes oficiais do Windows 10, próximo sistema operacional da Microsoft




      A Microsoft acaba de anunciar que seu próximo sistema operacional se chamará Windows 10. Isso mesmo, não haverá um Windows 9. Ele promete ser uma plataforma única, e com uma única loja de apps, para todo tipo de dispositivo.
      Podem ser desktops, laptops, tablets, smartphones e mais: tudo entre 4 e 80 polegadas, ou até mesmo dispositivos sem tela. Terry Myerson diz no blog oficial do Windows que “não estamos falando de uma interface única de usuário, e sim de uma família de produtos, com uma experiência personalizada para cada dispositivo”.
      No entanto, o foco hoje foram aplicações tradicionais do Windows em desktop, laptop e tablet. Confira os detalhes abaixo.

Menu Iniciar

      O menu Iniciar realmente está de volta, assim como a Microsoft havia prometido. Ele traz um visual semelhante ao de Windows anteriores, mas com os blocos dinâmicos na coluna à direita. Joe Belfiore diz que, com isso, “todos os usuários do Windows 7 terão uma experiência familiar” com o novo sistema.
      A interface é basicamente a mesma que vazou nas últimas semanas. Você pode organizar os blocos dinâmicos, mudar o tamanho deles, ou até mesmo desativá-los por completo. Também é possível redimensionar o próprio menu Iniciar:

       O menu Iniciar também traz um campo de busca universal, que reúne os programas tradicionais, apps Metro e resultados da web. A busca pode ser ativada pelo botão de lupa na barra de tarefas, ou direto no menu Iniciar.

Apps Metro em janelas

      Os apps Metro também rodarão em janelas, para serem mais familiares aos usuários do Windows 7 – “de uma forma que você esperaria com mouse e teclado”, diz Belfiore.
      Os botões Pesquisar, Compartilhar, Configurações e outros, que costumavam ficar na barra de charms, agora estão disponíveis também em um botão na barra de título. Mas, para manter a compatibilidade com o Windows 8, a barra de charms não será completamente removida: ela ainda pode ser acessada deslizando o dedo a partir da borda esquerda da tela.

Toque vs. teclado/mouse

      Na verdade, o sistema como um todo ainda será compatível com o toque, mas com algo que se chama “Continuum”. Basicamente, você terá duas interfaces diferentes: uma para teclado e mouse, e outra para toque. Por exemplo, este é o menu Iniciar quando você usa a tela de toque:

Assista o vídeo: https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=F_O-LrGL-YQ
O menu Iniciar se expande por quase toda a tela – deixa visível só a barra de tarefas – para facilitar o toque. E também surge um botão Voltar, para ajudar você a navegar pela interface.

Múltiplas áreas de trabalho

      E também temos o “task view”, que são as múltiplas áreas de trabalho mencionadas em vazamentos anteriores. Você o ativa em um botão na barra de tarefas, ou deslizando a partir da borda esquerda da tela. Ele organiza seus programas em grupos:
      Para organizar seus apps abertos, existe também o novo “Snap Assist”. Funciona assim: quando você arrasta uma janela para a borda direita, ela ocupa a metade da tela. Com o Snap Assist, você recebe sugestões de qual programa deve ocupar o lado esquerdo da tela.
      É possível reunir até quatro programas abertos lado a lado ao mesmo tempo:

Mais detalhes

      O Windows 10 recebeu melhorias até no prompt de comando! Agora é possível usar o comando Ctrl+V para colar texto; antes, era preciso abrir o menu e clicar em “Colar”.
      A Microsoft confirma que a próxima versão do Windows Phone também se chamará Windows 10, mas ele não terá uma área de trabalho. Também haverá uma versão específica para tablets com processador ARM, mas a empresa diz que ainda está desenvolvendo esses sistemas, e não divulgou mais detalhes.
      Um bilhão e meio de pessoas usam o Windows, segundo a Microsoft. Ela ainda diz que o Windows 10 será a “nossa melhor plataforma para empresas”. Ele será compatível com programas atuais, e vai separar dados pessoais e corporativos nos dispositivos.

Disponibilidade

      A Microsoft lançará amanhã o Windows Insider Program, com uma versão preview do Windows 10 para laptops e desktops. Ele estará disponível em preview.windows.com.
      O Windows 10 será lançado em meados de 2015, após a conferência Build em abril – quando teremos mais detalhes sobre o sistema, especialmente para consimidores. A Microsoft ainda não revela detalhes sobre preços, nem sobre a atualização a partir do Windows XP, 7 ou 8.


 Por: Felipe Ventura
30 de setembro de 2014 às 14:11

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Conhecendo um pouco mais de processadores


Microprocessadores

    
      A introdução do microprocessador na década de 1970 afetou significativamente a concepção e implementação de processadores. Desde a introdução do primeiro microprocessador disponível comercialmente (o Intel 4004) em 1970 e o primeiro microprocessador utilizado (o Intel 8080), em 1974, essa classe de CPUs tem quase completamente ultrapassado todas os outros métodos de implementação de unidades centrais de processamento.
   
     

Unidade central de processamento


      A unidade central de processamento ou CPU (Central Processing Unit), também conhecido como processador, é a parte de um sistema computacional, que realiza as instruções de um programa de computador, para executar a aritmética básica, lógica, e a entrada e saída de dados . A CPU tem papel parecido ao cérebro no computador . O termo vem sendo usado desde o início de 1960. A forma, desenho e implementação mudaram drasticamente desde os primeiros exemplos, porém o seu funcionamento fundamental permanece o mesmo.

Conceito

      As primeiras CPUs personalizadas foram concebidas como parte de um computador maior. No entanto, este método caro de fazer CPUs personalizadas para uma determinada aplicação rumou para o desenvolvimento de processadores produzidos em massa que são feitas para um ou vários propósitos. Esta tendência de padronização em geral começou na época de discretos minicomputadores e mainframes transistors e acelerou rapidamente com a popularização dos circuitos integrados (CI).
      Os CI têm permitido processadores cada vez mais complexos para serem concebidos e fabricados em tamanhos da ordem de nanômetros. Tanto a miniaturização como a padronização dos processadores têm aumentado a presença destes dispositivos digitais na vida moderna, muito além da aplicação limitada dedicada a computadores. Os microprocessadores modernos aparecem em tudo, desde automóveis até celulares e brinquedos para crianças.
      Em máquinas grandes, CPUs podem exigir uma ou mais placas de circuito impresso. Em computadores pessoais e estações de trabalho de pequeno porte, a CPU fica em um único chip de silício chamado de microprocessador. Desde 1970 a classe de microprocessadores de CPUs quase completamente ultrapassado todas as implementações de outra CPU. CPUs modernos são circuitos integrados de grande escala em pequenos pacotes retangulares, com vários pinos de conexão.
      Um CPU é composta basicamente, pela grande maioria dos autores, pelos três seguintes componentes :
  • Unidade lógica e aritmética (ULA ou ALU): executa operações lógicas e aritméticas;
  • Unidade de controle: decodifica instruções, busca operandos, controla o ponto de execução e desvios;
  • Registradores: armazenar dados para o processamento.
      OBS.: Alguns autores também incluem, na mesma categoria dos Registradores a Memória cache como um dos componentes da CPU.

Algumas imagens para ajudá-los a visualizarmos melhor